No Cimento |  | 1- Alguém da Minha Família (Érika Machado e Jonh Ulhoa) As Coisas (Érika Machado e Cecília Silveira) Tédio (Cecília Silveira) Secador, Maçã e Lente (Érika Machado e Juliana Mafra) Perna (Érika Machado) No Cimento (Érika Machado e Cecília Silveira) Felicidade (Érika Machado) Robertinha (Érika Machado) Eu (Érika Machado) Óculos de Grau (Érika Machado) Canção do Coração (Érika Machado) Enquanto Tudo Acontece (Érika Machado) As Coisas Remix (Érika Machado e Cecília Silveira, mixada por Marcelinho da Lua e Bossacucanova)
| | Bem me Quer Mal me Quer |  | - Tanto Faz – Érika Machado e Cecília Silveira
- Dependente - Érika Machado, Cecília Silveira e Natália Mallo
- Bem me quer Mal me quer – Érika Machado, John Ulhoa e Cecília Silveira
- Plutônio Enriquecido - John Ulhoa
- Tiozão de Bar - Érika Machado e Cecília Silveira
- Sei Lá - Érika Machado, John Ulhoa e Cecília Silveira
- Solitária secretária da Agencia de Turismo - Érika Machado e Cecília Silveira
- 3 x 4 - Érika Machado e Cecília Silveira
- Rosa – Érika Machado
- O Menino Perfeito - Érika Machado e Cecília Silveira
- Tão Longe - Érika Machado e Cecília Silveira
- Control Z - Érika Machado e Cecília Silveira
- Bem me quer Mal me quer 2.0 – Érika Machado, John Ulhoa e Cecília Silveira
O novo trabalho intitulado Bem Me Quer Mal Me Quer, conta com antigos parceiros: a produção é do mesmo John Ulhoa; Daniel Saavedra divide com John programações, guitarras, teclados e Cecília Silveira nas composições e vocais.
Com menos sons sintetizados, ainda os baixos de Thiago Braga e baterias de Thiago Peixoto, integrantes da banda que acompanha Érika. Assim como no trabalho anterior, é o cuidado com os detalhes que vão desde a sonoridade até a arte gráfica - com ilustrações da própria Érika - que fazem a diferença.
Bem mais maduro que seu antecessor, Bem Me Quer Mal Me Quer conta com gratas surpresas, como a faixa de abertura, Tanto Faz.
"As músicas falam de amores que murcham como flores, do tiozão de bar, da rosa que eu sei que vai cair... conta a história de uma solitária secretária que nem vê o tempo passar, das coisas que a gente sabe que vão acontecer, da falta que meu avô faz e da fotografia como forma de recordação de uma cena de um tempo esquecido. Mas se a vida tivesse um control Z, juro que faria só canção alegre!", declara Érika.
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